sábado, 23 de julho de 2011

Nova York

Day 2 – 04 de abril, segunda-feira
Hoje, começamos o dia passeando pelo Village. Pegamos o metrô do lado do lado do nosso hotel e fomos direto para lá. A primeira parada foi no número 66 da Perry Street, o prédio que serviu de locação para a casa da Carrie, no Sex & the City. Quase na esquina, tem uma sex shop que estava lotada, com um monte de mulheres entrando e saindo. Resolvemos ver qual era. Eles aproveitaram o bonde S&C em todos os sentidos. Primeiro, tinha vários livros sobre a série. E, segundo, a mulherada que estava lá dentro fazia parte de um tour Sex & the City. Tinha de tudo, ate mãe e filha. Mas a gente não precisa de tour S&C, a gente tem a Rapha!

Virando a esquina, chegamos na casa da Carrie. Tinha uma placa de “No Trespassing” e pedia para não sentar nas escadas ou incomodar os moradores. Aposto que eles devem ter se arrependido de ter virado locação da série.
Daí fomos até a Magnolia Bakery, na Bleeker Street. É considerado um dos melhores cupcakes do mundo, senão o melhor. Realmente, é muito bom. Comemos um de pistache e outro de chocolate, ambos espetaculares, de lamber os beiços, o nariz e onde mais tivesse sujado.
Mais ou menos na esquina entre a Hudson e a Bedford, fomos andando até chegar a Groove Street. É uma rua muito gracinha, com casas lindas, onde fica o Groove Court. Como as casas de Groove Court não têm frente para a rua, apenas para uma “praça” e uma fonte comum a todas elas, antigamente seus moradores eram considerados pobres, porque não ostentavam sua riqueza para o mundo. Hoje em dia, deve ser bem carinho morar lá. Tem um portão e uma pracinha particular. Um luxo!
Seguimos em direção a 5th avenue, passando pelas ruas 10 e 11. Essa parte da cidade é linda, e super chique. Um dos highlights da sessão “surpresas de Nova York” é a arquitetura da cidade. Cada parte tem traços bem característicos. Aqui, as town houses dominam as ruas. São várias ruas que se cruzam e todas são ladeadas pelas típicas e lindas town houses. São milhares de casas, iguais as da Carrie, todas super bem cuidadas, com vasos de flores, enfeites, árvores desabrochando nesse início de primavera, botões de algodão. É realmente lindo e dá uma vontade louca de morar num lugar desses. E é muito a cara de Nova York, porque não é um tipo de construção que exista na Europa. É super característico daqui, exatamente como se vê nos filmes.
 As casas têm escadas, com uns 6 ou 7 degraus, com corrimão de ferro trabalhado, que eleva tudo meio nível acima da rua. E tem uma escadinha de uns 4 degraus para baixo. Essa entrada abaixo do nível da rua, antigamente, era para os empregados. Hoje em dia, com a especulação imobiliária, o subsolo já virou até outro apartamento, consultório, restaurante, lojas, etc.
O underground nova-iorquino é uma das coisas que mais me impressionou em Nova York, outro da sessão highlights. A cidade tem uma vida subterrânea muito intensa, em todos os sentidos. Em relação ao metrô, confesso que fiquei bastante decepcionada. A cobertura e a nomenclatura das linhas são bem menos eficientes do que eu imaginava. O metrô de Paris dá de mil nesse daqui. Além disso, as estações são exatamente como vemos nos filmes, sombrias, sujas e assustadoras. O metrô novaiorquino é muito décadence avec elegance!
Além do metrô, Nova York tem uma outra vida subterrânea, debaixo de cada prédio. Todos têm um basement, com aquelas portas que dão para a rua e abrem do chão. E muito coisa de filme e muito mais comum do que eu imaginava. A cidade fervilha debaixo da terra!
Continuando o nosso passeio, na esquina da 5th com a 8th avenue, paramos num Le Pain Quotidien para tomar alguma coisa quentinha, descansar um pouco e ir ao toilette.
Antes de chegar a Washington Square, passamos pela Washington Mews, the Row. É uma mini rua, que tem uma placa de uso restrito. De qualquer maneira, pode-se entrar. Antigamente, esse local era muito valorizado, porque era o único ponto dentro da cidade onde ainda era permitido manter estábulos. Demos uma olhadinha nas casinhas lindas e seguimos adiante.
Em Washington Square, fica o Memorial Arch, inspirado no Arco do Triunfo parisiense. Hoje em dia, é um local de apresentações musicais e várias outras atividades, mas já serviu de cemitério para a escória nova-iorquina, que continua enterrada debaixo da praça, e também já foi local de execuções públicas.
Fomos caminhando pela rua da NYU e a quantidade de jovens circulando é impressionante. Parece que a rua é uma extensão do campus da universidade.
Caminhamos pela Lafayette Street até o Puck Building, que era a sede de uma revista satírica que criticava a máquina política de Nova York. O edifício tem um boneco, que era o Puck, que decora a fachada.
Estava chegando a hora do almoço, então seguimos em direção à Chinatown. Para chegar lá, descemos pela Mulberry Street, que é o coração de Little Italy, com vários restaurantes bem italianos e homens de boina na porta chamando os clientes, exatamente como a Rapha adora.
Outra coisa bem impressionante de Nova York é a mistura que não se mistura. É o famoso salad bowl, diferente do nosso melting pot (e dá-lhe aula de geografia!). Dá para sentir e ver as divisões da cidade. De um lado fica Little Italy e, atravessando a rua, já vira um reduto chinês. Os imigrantes não se misturam ao resto da cidade, embora se sintam cidadãos americanos.
Descemos até a Canal Street, que é o limiar que marca o início da vera Chinatown. Antes desse ponto, ainda víamos muitos ocidentais, sendo que uns 90% devia ser de gringos. Fora isso, só chineses! Entramos um pouco mais em Chinatown, procurando os restaurantes indicados pela recepcionista do hotel, nas ruas Bayard, Elizabeth e Mott.
Depois de passar por todos, já mortas de fome, por fim almoçamos no Peking Duck House. Era o mais chique dos três, mas ainda assim, como de costume em todo restaurante chinês, o preço foi ótimo. De entrada, comemos um dumpling de carne de porco que estava ótimo. (Até a Ana provou e aprovou!) Depois, veio um pato laqueado para todas. O garçom nos ensinou a técnica de como comer. Pegamos uma panqueca com a mão, colocamos dois pedaços de carne de pato, pepino e cebolinha a gosto, um pouco de molho agridoce e cobrimos com outra fatia de pato, mas da casquinha, super crocante! Aí tem que dobrar toda a panqueca e fazer tipo um envelopinho. Para acompanhar, tomamos cerveja chinesa.
O momento almoço super bonding catártico do quarteto teve direito a lágrimas, risos e gritos. A mesa do lado ficou olhando para gente, provavelmente imaginando como a gente podia brigar e, no minuto seguinte, chorar e se abraçar! Momento para anotar no caderninho, sem esquecer da frase da Ana: “Os chineses do Rio estão para o China in Box assim como os italianos estão para o Spoleto”.
Saindo do restaurante, caminhamos um pouco mais, nos embrenhando mais a fundo em Chinatown. Passamos pela esquina sangrenta (Mott, Pell e Bayard), que era um dos locais mais violentos de Nova York na época em que as gangues chinesas dominavam o local.
Para sair de Chinatown, caminhamos por toda a Canal Street, que é uma grande Alfândega, com chineses e chinesas misteriosas nas esquinas oferecendo “Louis Vitton handbag e Rolex watches”. O único problema é entender o que eles dizem. Acho que levamos umas cinco quadras... Mas chega a um ponto da Canal Street em que o cenário muda radicalmente. Saem os chineses e entram os negros, também vendendo peças falsificadas.
Sempre em frente e avante, chegamos até a Greene String, em Tribeca (Triangle Below Canal). A rua é um dos exemplos mais bem conservados de prédios com arquitetura de ferro fundido, principalmente entre a Broome e a Spring. Além disso, a rua é cheia de galerias de arte e lojas de design e decoração. É lindo para um passeio, principalmente depois de sair da loucura da Canal Street.
Vimos uma loja com cadeiras do Sérgio Rodrigues e uma galeria com gravuras e pinturas de Chagal, Picasso, Dali e outros.
Virando na Spring Street, fomos ate Greenwich Street, atrás do Greenwich hotel, do Robert de Niro. Antes de chegar, seguimos sempre pela Spring até chegar ao Hudson River. O rio tem uma “orla”, cheia de gente correndo e fazendo exercício. Parece o calçadão às 18h. Dali, vemos o skyline de New Jersey e, bem ao fundo, a Estátua da Liberdade.
Finalmente, depois de andar muito, mas muito mesmo, chegamos ao Greenwich Hotel, mas não tinha muito lá … Sentamos, tomamos uma água grátis, fomos ao banheiro grátis e saímos. A Rapha ficou morrendo de vergonha... A Ana, que não tinha comido o pato, e devia estar quase desmaiando ou pelo menos sendo devorada pela úlcera, comeu uma fatia de pizza em frente ao hotel. Rapidinho, saímos trotamos, literalmente, até o metrô.
Por debaixo da terra, cruzamos Manhattan em uns 30 minutos. Só assim, né?
Chegamos ao Carlyle para ver o Woody e sentamos na pior mesa do bar, atrás do piano… Não sabíamos que a escolha da mesa era por ordem de chegada e, na verdade, nem tínhamos pensado nisso, em onde íamos sentar para ver o Woody. No início, todas ficamos meio decepcionadas com a localização e a vista desprivilegiada da nossa mesa. Mas, depois do primeiro gole de Cosmopolitan, tudo mudou de perspectiva.
O show foi espetacular. Momento TOP total! Ver o Woody Allen tocando foi incrível. Era um jazz bem tradicional, daqueles da década de 50, com um som contagiante, dançante e maravilhoso. A noite valeu cada centavo. (E se eu ganhar um real por cada vez em que contar essa historia, pago rapidinho.) Detalhe para o Woody, mega autista e introspectivo. Ele nem olhava para as pessoas. Tocava e, nos intervalos, ficava olhando para baixo, quase parecia que estava dormindo.
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No final do show, veio a grande surpresa! O maître, que tinha nos colocado na mesa ruim, disse que nos levaria para tirar uma foto com o Woody. Dessa vez, graças a Ana, que foi lá reclamar da mesa cheia de charme, sem a minha tradicional argentinice. Quando o show estava terminando e as pessoas aplaudindo, saímos e fomos esperá-lo na porta por onde ele sai.
Pegamos autógrafo, tiramos foto e a Rita ainda saiu conversando com ele, falando sobre a monografia da Rapha, perguntando qual é a influência dos gregos na narrativa dele. Ele, óbvio, não respondeu, só quis saber de onde a gente era.
Quando estávamos entrando de volta no hotel, a Rita ainda levou esporro do doorman, que mandou um “watch your language”, só porque ela falou dos fucking greeks da Rapha. Voltamos para pagar a conta e pegar o cartão de crédito, que tinha ficado largado na mesa (!), e ainda ficamos de papo com os integrantes da banda. A Rita disse que era Jobim e ganhou um CD do diretor. Super super!
Voltamos de metrô e descemos na Spring Street, para tentar comer uma pizza na Lombardi’s, mas o restaurante estava fechado. De novo, Nova York foi dormir antes de nós.
Continuando pela Spring e paramos no Bread. O restaurante era simples, simpa e bem honesto, com uma comida justa e barata. Dividimos uma massa por duas e voltamos para o hotel contentes e felizes! E ainda ganhamos a sobremesa deliciosa de cortesia! Graças a nossa amiga garçonete brasileira, Jade.

Day 3 – 05 de abril, terça-feira
Hoje o dia começou bem feio, com uma chuva forte e bastante vento.  Pegamos o metrô e fomos direto para Columbus Center. Como a chuva estava realmente forte, entramos no Time Warner Center, um shopping com várias lojas boas. Todas fomos às compras, em dois grupos, um para as roupas e outro para as maquiagens.
Na Columbus Circle, além da estátua do Colombo, tem a Unisfera, que fica em frente ao Trump International Hotel and Tower.
Caminhamos pela Central Park South ate a 7th Avenue, lutando contra o vento com os guarda-chuvas. Passamos em frente a Alwyn Court, Carnegie Hall e The Russian Tea House, onde entramos só para dar uma olhadinha. O lugar é lindo. Bem extravagante, exagerado e meio kitsch, mas muito bonito.
Almoçamos logo cedo numa pizzaria qualquer. Nós que fazíamos a nossa pizza, tipo Spoletto, falando espanhol com o atendente e comendo com as mãos. (Pena que desperdiçamos um almoço por causa da chuva e do frio.)
Detalhe para o idioma mais ouvido em Nova York, o espanhol. Segundo a Rapha, ela tinha que ter estudado espanhol para ir para os Estados Unidos. A presença tão imigrantes é tão forte que, nas lojas, as propagandas estão nas duas línguas.
Atravessando a 57th, chegamos ate a 5th Avenue. Enquanto a 7th, que leva até o Times Square, é cheia de neon, movimento e vários bares e restaurantes, a quinta avenida é o reduto do charme e da sofisticação, cheia de lojas estreladas, das marcas mais famosas do mundo. Passamos por lojas como Burberry, Tiffany’s (e inclusive demos uma passeada pela loja de 5 andares), Louis Vuitton, Dior, Armani, etc.
Descendo a avenida, passamos pela Trump Tower e o Sony Building, que tem uma mega loja temática da Sony.
No passeio pela 5 th av., passamos por uma igreja que achamos ser a St. Patrick’s Cathedral, então entramos. A igreja era linda e tinha um coral de meninos ensaiando. Sentamos nos bancos e ficamos um tempo assistindo. Adoro essas surpresas de viagem.
Mas a surpresa maior foi sair da igreja e ver que não era a St. Patrick’s, e sim a Saint Thomas Church.
Mais umas poucas quadras a frente ficava, agora sim, a catedral. O tamanho inclusive, era bem maior, ocupando todo um quarteirão. Por dentro, a igreja era bem bonita, mas a experiência anterior já tinha nos enchido de graça. Além do mais, essa é uma igreja bem turística, cheia de gente passeando, tirando foto e acendendo velas. Eu também acendi uma vela para o quarteto.
Demos a volta no quarteirão da igreja e atrás fica a Villard Houses, uma construção linda e antiga, que se mistura ao paredão de vidro de um dos milhares de arranha céus que dominam Manhattan.
Voltando a quinta avenida, passamos no Rockfeller Center. A pista de patinação continuava montada e em funcionamento, mas não nos atrevemos a ser as únicas brincando ali, embora a Rita quisesse muito!
O Rockfeller Center é um complexo enorme, com vários e vários prédios que cercam o Top of the Rock, ou GE building, o prédio central e principal, que é o 30 Rock. Por mais contraditório que possa parecer, ele começou a ser construído justamente durante a Grande Depressão, época em que, na teoria, ninguém teria dinheiro para comprar nada. Tem uma foto super marcante da época que é de alguns operários sentados na ponta de uma grua, voando em cima da cidade. Outros prédios que fazem parte do complexo são o estúdio da NBC e o Radio City Music Hall.
No térreo dos prédios ao redor, tem várias lojas, incluindo uma loja do Lego com “esculturas” impressionantes. Dá até vontade de ser criança de novo. Tiramos algumas fotos e seguimos em frente.
Daí fomos até Times Square. Fiquei extremamente impressionada com a quantidade de luzes, projeções e animações que dominavam a rua. Para todo o lado que você olha, tem um mega painel, brilhando e piscando. Fiquei muito chocada e meio extasiada pelo tamanho de tudo aquilo, sem conseguir parar de girar olhando para cima.
A altura de Nova York é um dos pontos fortes e impressionantes da cidade. Tudo é enorme, até mesmo os prédios de arquitetura tradicional, mais francesa ou renascentista, e não só os arranha céus de vidro e espelho. Tudo é muito alto. Caminhando por algumas ruas mais estreitas, é impressionante olhar para cima e só ver o céu lá no finzinho.  Chega a ser até meio opressor…
Compramos o ingresso de Chicago com desconto no TKTS. Foi muito mais rápido do que eu imaginava e valeu super a pena. (Mais uma dica da Tammy!)
Íamos seguindo caminho e resolvemos parar para tomar alguma coisa. Ficamos no City Lobster, um oyster bar na Rockefeller & 49th. Tomamos uma garrafa de vinho deliciosa (Michael Sullberg, Cabernet Sauvignon, CA). Foi uma parada perfeita! No final, ainda ganhamos uma taça de vinho de cortesia para cada uma! E a saga da cortesia continua!
No 30 Rock, paramos na Maison du Chocolat e comemos uma bomba divina.
Momento frase do dia, dessa vez de autoria da Rapha: Um executivo passou por nós de terno e gravata, andando de patinete. And... “Executivo de patinete é igual a doce com salgado.” Okay!
Nesse momento, nos separamos rapidamente. Eu e Rapha tentamos ir ao MoMA, mas estava fechado para um evento infantil. Então, só pudemos ir a MoMA Design Store, que é uma loja linda, com vários itens de casa. Alguns são vendidos na Besi, muito chique. Demos mais uma volta e, como estávamos morrendo de vontade de ir ao banheiro, entramos no primeiro bar que vimos. O lugar era lindo e a Rapha ficou com vergonha de pedir só um café. Então, quando voltei do banheiro, ela tinha pedido outra taça de vinho. Tive que acompanhá-la e pedi um vinho do porto. O nome do restaurante era Uncle Jack’s Steakhouse.
Saindo dali, nos encontramos com a Ana e a Rita na porta do teatro para ver Chicago. O palco da peça era um pouco pequeno, mas o cenário estava lindo, super básico, simples e chique. Tinha uma arquibancada para a orquestra e os dançarinos ficavam na frente. A peca é o máximo e as três primeiras músicas são as melhores (All That Jazz, Funny Honey e Cell Block Tango). Só foi um pouco confuso no início, porque a Velma Kelly era loira, de cabelo Joãozinho, e a Roxie Hart era morena e latina. Fora que ninguém se compara a Zeta-Jones.
Saímos do teatro cantando e dançando. A onda do momento eram as jazz hands, as mãozinhas trêmulas. Jazz! Ainda fomos ao Top of the Rock, dessa vez para subir até o topo. Fomos de elevador até o 67o andar em 43 segundos. Nem parece que sobe tanto, mas, quando chegamos lá em cima, aí sim vemos como é alto, como a cidade é alta. É realmente uma selva de concreto, diferente de tudo o que eu já tinha visto. Concrete jungle total!
Lá em cima fazia um frio de rachar. Tiramos fotos, vimos um filme sobre o Rockfeller, trememos de frio, brincamos na sala que detecta movimento e muda de cor e descemos.
Pegamos o metrô até a nossa estação e, antes de subir para o quarto, fomos comer no Inoteca, que fica na esquina do Hotel. A comida estava deliciosa. Pedimos uma brusqueta com ovos trufados e aspargos e uma polenta com ragu de cogumelos. Tudo combinou muito bem com uma garrafa de vinho deliciosa (Primitivo, Itália).

Um comentário:

  1. Que saudades do nosso momento Peking duck house! Estou amando lembrar da nossa trip!

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